Cuba autoriza cultos religiosos em prisões da ilha

setembro 19, 2009 by admin  
Filed under Em foco

HAVANA (Reuters) – O governo cubano deu sinal verde para a celebração de missas e cultos religiosos nas prisões do país pela primeira vez em 50 anos, abrindo um novo espaço para a fé religiosa na ilha de governo comunista.

O presidente do evangélico Conselho de Igrejas de Cuba, Marcial Miguel Hernández, disse nesta terça-feira que a decisão foi anunciada em um recente encontro com autoridades do Departamento de Assuntos Religiosos do Partido Comunista e do Ministério do Interior.

“De modo oficial e sistemático, as autoridades penitenciárias e de Cuba nos comunicaram que a partir de setembro podemos oferecer missas e cultos de acordo com as solicitações nas diferentes prisões”, afirmou Hernández à Reuters.

“Para nós, é a expressão e o ato de boa vontade das autoridades cubanas à proclamação da fé cristã”, acrescentou.

Fontes oficiais disseram que a autorização para as missas nas prisões também inclui a igreja católica.

As igrejas e o governo cubano estão superando a mútua desconfiança que marcou suas relações por décadas depois da revolução do líder Fidel Castro, em 1959.

(Reportagem de Nelson Acosta)

Judeus ortodoxos lançam ferramenta de busca “kosher”

junho 16, 2009 by admin  
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passeata_judeusJudeus devotos que foram barrados por rabinos de navegar na Internet podem agora dar um “Koogle” em uma nova ferramenta de busca “kosher”, afirmou o administrador do site.

Yossi Altman disse que o Koogle, uma brincadeira com os nomes de um prato judeu e do Google, parece atender aos critérios dos rabinos ortodoxos, que restringiram o uso da Internet para garantir que os fiéis evitem a visualização de conteúdo sexualmente explícito.

O site (www.koogle.co.il) omite conteúdo religiosamente questionável, como a maioria das fotografias de mulheres que os rabinos ortodoxos enxergam como indecentes, explicou Altman.

A ferramenta de busca disponibiliza links para sites de notícias israelenses e de compras, mas também filtra itens que a maior parte dos israelenses ultra-ortodoxos são proibidos de ter em suas casas, como aparelhos de televisão.

“Essa é uma alternativa adequada para que judeus ultra-ortodoxos possam navegar na Internet”, disse Altman por telefone.

O site foi desenvolvido em parte com apoio de rabinos que buscavam uma solução para as necessidades dos judeus ultra-ortodoxos de encontrar serviços online importantes, acrescentou ele.

Fonte: Reuters

Confira a tragetória de Kaká, um dos evangélicos mais famosos do mundo

junho 10, 2009 by admin  
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kaka89Kaká desafia o modelo do jogador moderno, e a etiqueta de “galáctico” não será totalmente compatível para ele, que na segunda-feira se transferiu oficialmente do Milan para o Real Madrid.

Evangélico praticante, ele em geral evita festas com celebridades e não se preocupa muito com a imagem, expressando-se no gramado com uma habilidade fascinante e piques eficientes.

A dedicação à técnica ajudaram o ex-são-paulino de 27 anos a ganhar a Bola de Ouro e o prêmio de melhor do mundo da Fifa em 2007, quando marcou dez gols na campanha que levou o Milan ao seu sétimo título europeu.

Kaká, que trocou o tricolor do Morumbi pelo rubronegro milanês em 2003, está muito associado ao Milan, mas a relação parece desgastada depois da quinta posição da equipe no Campeonato Italiano de 2008 e da terceira colocação na atual temporada.

Ao contrário de tantos colegas, ele rejeitou em janeiro uma megaoferta do ainda inexpressivo Manchester City. Já o poderio do Real sempre o seduziu. Há dois anos, o Milan admitiu que o pai dele havia conversado com o time espanhol, e os rumores sobre uma eventual transferência nunca se dissiparam.

Kaká disse que ficaria no San Siro enquanto compartilhasse as metas do clube, mas dois fatos recentes mudaram a situação.

A volta de Florentino Pérez à presidência do Real alimentou as expectativas de uma nova era “galáctica” para o clube, enquanto a ida do treinador Carlo Ancelotti do Milan para o Chelsea deixou o brasileiro “órfão” de um mentor.

“Ele me fez virar um grande. Foi ele quem me abriu as portas do mundo”, disse Kaká antes de o também brasileiro Leonardo ser indicado novo técnico do Milan, na semana passada.

A forma do meia nesta temporada tem sido prejudicada por uma série de pequenas contusões, e ele ficou ligeiramente frustrado por ter tido de mudar de posição para acomodar a entrada de Ronaldinho no time.

Apesar da sua personalidade tímida, Kaká começou a mostrar um lado mais impositivo, e a seu pedido foi dispensado da seleção que venceu a Copa América em 2007, para descansar.

Além disso, ele passou a aparecer em mais anúncios e reportagens de revistas, inclusive falando abertamente da sua defesa da virgindade. Quando deixar o futebol, diz que pretende virar pastor.

Fonte: AE

Ninguém aguenta mais essa violência

junho 8, 2009 by admin  
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39104Eles já espalharam centenas de cruzes nas areias da badalada Praia de Copacabana, estenderam faixas de protesto diante do Palácio Guanabara – a sede do governo estadual do Rio de Janeiro –, soltaram balões vermelhos em homenagem aos mortos da guerra urbana e até simularam um cemitério clandestino usado por traficantes para dar um sumiço nos desafetos. Por trás de cada uma dessas ações pacíficas e criativas, está um grito de socorro – um brado de “basta” diante do descalabro em que se transformou a segurança pública brasileira, em geral, e a fluminense, em particular. O objetivo é mesmo chamar a atenção, e tais iniciativas têm repercutido pelo país e no exterior. É o “lobby do bem”, nas palavras do teólogo e pastor Antônio Carlos Costa, coordenador do movimento Rio de Paz. A organização não-governamental surgiu no fim de 2006 logo após um tenebroso episódio em que criminosos, em ação concatenada, saíram pela Cidade Maravilhosa praticando chacinas, incendiando ônibus com gente dentro e espalhando o terror. Em um único dia, 19 pessoas, incluindo trabalhadores e estudantes, estavam mortos.

O número assusta, mas ainda é pequeno se comparado às estatísticas, que dão conta de 6 mil homicídios por ano no estado do Rio de Janeiro. “Se incluirmos os casos de pessoas desaparecidas e baixas em confrontos com a polícia, chegaremos ao número de 10 mil”, diz Costa. Quando soube do arrastão da morte, ele resolveu agir. “Reuni alguns amigos e falei do meu desejo de partir para o enfrentamento pacífico e nas ruas”, lembra. Primeiro, ele conseguiu a adesão dos membros da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca, da qual é titular. Em pouco tempo, vários crentes, militantes sociais e intelectuais aderiram. Hoje, o movimento é organizado, embora ainda não tenha muita adesão do segmento evangélico. “Nem sempre podemos contar com o apoio dos evangélicos para combater o problema da violência urbana no Brasil”, lamenta. Mas ele não desanima, e acredita que a pressão da sociedade sobre o poder público pode mudar as coisas. O mais curioso é que nem sempre Antônio Carlos é identificado como pastor nas reportagens sobre os atos públicos do Rio de Paz. “Mas quando a opinião pública nos vê correndo riscos pelo que cremos, expressando amor pela vida humana e lutando pelo que faz sentido, passa a nos respeitar”, acentua. O pacifista concedeu a seguinte entrevista a CRISTIANISMO HOJE:

CRISTIANIMO HOJE – Como pode ser definido o movimento Rio de Paz?
ANTÔNIO CARLOS COSTA – O Rio de Paz é o sonho de criar uma cultura de apreço pelos seres humanos no Brasil. Representa a luta pela defesa dos direitos humanos a partir do conceito cristão referente à santidade da vida humana. Seu foco principal, contudo, é a redução da letalidade no país, porque as mortes violentas são o maior problema social deste momento de nossa história. Rio de Paz é um movimento da sociedade civil e não tem ligação formal com nenhuma instituição religiosa – partimos, no entanto, de uma base intelectual cristã e temos nos evangélicos brasileiros a maior parte da nossa mão-de-obra e sustento. Nosso desejo é uma organização o mais ampla possível da população como um todo, a fim de exercer constante pressão social.

Quem idealiza os atos públicos do grupo?
Olha, não quero criar uma aura mística sobre o que estamos fazendo. Mas as ideias surgem em geral quando estou orando, e logo trato de compartilhá-las com integrantes do movimento. A partir daí, organizamos os atos públicos da maneira mais adequada para a comunicação da mensagem que queremos emitir.

Manifestações como as promovidas pelo Rio de Paz em Copacabana trazem grande repercussão, mas sempre levantam críticas de segmentos que enxergam em tais atos uma excessiva preocupação midiática e certa elitização, sobretudo pelo fato de serem realizadas na Zona Sul da cidade. Essa é a motivação do movimento?
Posso compreender a preocupação de muitos. Corremos mesmo o risco de só trabalhar para a mídia e atentar para os dramas da classe média. Mas, não é isso que queremos. Quando estamos na Zona Sul protestando, apontamos para os dramas dos pobres, que são os que mais morrem devido à violência. Nosso desejo é o de mobilizar a população – informar, despertar e mobilizar da forma mais extensa possível. Para isso, encontramos um meio: o protesto midiático. Criamos imagens que são levadas ao mundo inteiro através de todos os meios de comunicação. É por isso que usamos a Praia de Copacabana. A mídia gosta disso e hoje a temos ao nosso lado, numa parceria que nos surpreende e permite dizer para o Brasil e o mundo que milhares de pessoas estão sendo assassinadas no nosso país.

O fato de o senhor ser um pastor evangélico ajuda ou prejudica o movimento, nas relações do Rio de Paz com a mídia e com a sociedade?
Sinto que parti em desvantagem, pois parece que a opinião pública tem a nós, pastores, como gente despreparada, indiferente e não necessariamente confiável. Percebo, no entanto, que quando essa mesma gente nos vê correndo riscos por causa do que cremos, expressando amor pela vida humana e lutando pelo que faz sentido, passa a nos respeitar. Hoje, temos muitas pessoas nos apoiando – professores universitários, policiais, jornalistas, parentes de vitimas da violência, dirigentes de ONGs, entre tantos outros. A pergunta do apóstolo Pedro continua ecoando: “Quem nos vai perseguir se formos zelosos pelo que é bom?”. Quando as pessoas que não são cristãs veem nossas boas obras, glorificam ao nosso Pai que está no céu. O meu sonho é que o Rio de Paz faça a Igreja recuperar o respeito perante a sociedade brasileira.

Quais foram os casos de violência da crônica policial recente do Rio que mais o incomodaram?
O caso do João Roberto, menino de três anos morto por policiais na Tijuca no ano passado, foi certamente um desses casos que marcou a minha vida para sempre [N.da Redação: o crime aconteceu quando policiais militares abriram fogo contra o carro em que a criança estava com sua mãe. Eles disseram à Justiça que o confundiram com um veículo roubado]. Em todo o meu ministério, nunca vi dor maior do que a de um pai e uma mãe perante o corpo de um filho assassinado. Também chorei muito no enterro dos policiais assassinados na Fonte da Saudade [O soldado Francisco Alves Pereira Júnior e o sargento Joel de Almeida Gomes foram executados em serviço na região da Lagoa Rodrigo de Freitas, área nobre da cidade]. Estendi uma faixa no local do crime com os seguintes dizeres: “Mataram aqui dois seres humanos que trabalhavam em condições desumanas”. Saiu na primeira página de O Globo. No velório, vi quando a filha adolescente aproximou-se do corpo do pai. Ela olhou seu rosto, recuou e começou a gritar.

Existe algum tipo de parceria entre o movimento e outras instituições organizadas em torno do mesmo objetivo?
Nós temos mantido contato com várias organizações não-governamentais, como o Viva Rio, o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania e o Instituto Sou da Paz. Pesquisadores e professores universitários têm prestado ao Rio de Paz uma ajuda de valor incalculável. A ONU, através do seu escritório no Rio de Janeiro, concedeu-nos a honra de organizar em parceria três fóruns sobre segurança pública. Outro dia, uma pesquisadora disse algo que me fez muito bem. Para ela, é surpreendente a nossa capacidade de dialogar com todo mundo – mídia, meio acadêmico, parentes de vitima, policiais e, poderia acrescentar, a própria Igreja. Fico feliz, pois acredito que a Igreja do Senhor tem o chamado para fazer pontes entre os seres humanos. Afinal, os pacificadores serão chamados de filhos de Deus.

Como tem sido a reação das autoridades públicas diante das manifestações promovidas pelo Rio de Paz?
Já fui recebido pelo vice-presidente José de Alencar, pelo governador Sérgio Cabral Filho e seu secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Todos esses encontros foram muito cordiais e fui tratado com grande respeito. Pude falar tudo o que pensava. Apontei para os maiores absurdos e pedi providências. Mas não vi até agora nenhuma mudança significativa na segurança pública, especialmente aqui no Rio.

O governo Sérgio Cabral tem sido acusado de incentivar a política do “atira primeiro e pergunta depois”, como no caso do pequeno João Roberto. Como mudar essa polícia?
A polícia é parte do problema e parte da solução. Uma polícia corrupta, mal preparada e pessimamente remunerada torna a atuação dos seus melhores homens quase inviável. Sei de excelentes policiais que não conseguem trabalhar. É preciso maior controle sobre a ação policial. Não se pode botar uma arma nas mãos de um ser humano em nome de milhares de pessoas, com base em um pacto social, sem exercer controle algum sobre alguém dotado de tanto poder. Outra coisa – essa polícia não pode ser usada com fins políticos, que é o que tem ocorrido ultimamente no Rio de Janeiro. Falta ao atual governo uma explicitação da sua política de segurança, com a apresentação de metas, planejamento e cronograma. A sociedade precisa cobrar a apresentação de metas de redução de homicídios. E essa política pública tem que se transformar em política de Estado, e não de governo apenas. Não se pode permitir que aquilo que um governante fez de bom pela segurança não tenha continuidade no governo seguinte.

Por que o senhor começou a envolver-se com a questão da cidadania?
Porque não consigo mais divorciar ética privada de ética pública. Não posso me preocupar apenas com álcool, dinheiro e sexo. Tenho que me preocupar também com violência, pobreza e falta de acesso à educação. A Igreja está precisando de mais homens de espírito público. Vivemos em um país no qual milhares de pessoas que têm seus direitos violados diariamente. E o pior é que não sabem em quê o Estado está falhando com elas, como também não sabem a quem recorrer. Como não sou especialista em segurança pública, tive que buscar muita informação com especialistas e ler um bocado, consultando tanto os clássicos sobre política quanto obras sobre crime, violência, controle social e segurança pública.

Além de coordenar o Rio de Paz, quais são suas outras atividades?
Exerço também a função de pastor na Igreja Presbiteriana da Barra, de onde recebo todo o meu sustento. Escrevo, viajo, dirijo um programa de televisão, mantenho um blog diário e presido um seminário teológico, além de estar fazendo doutoramento em teologia na França. Faço parte da diretoria do Instituto Bola pra Frente e sou conselheiro de uma denominação calvinista chamada Missão Plena.

Como sua família encara sua militância?
Temos passado dias difíceis. Há temores com possíveis retaliações e cerceamento da nossa liberdade, pois certamente temos gente acompanhando nossos passos. Confesso que senti certo alívio quando um dos meus filhos saiu do país para estudar.

Até bem pouco tempo, a ênfase nas igrejas era o céu. Costumava-se dizer dos púlpitos que, como os crentes não são deste mundo, as coisas terrenas deveriam tem pouca importância. Isso mudou radicalmente a partir dos anos 1980, e hoje a pregação escatológica virou uma raridade. O evangélico do século 21 quer prosperar e viver bem, com pouca visão da eternidade. Na sua opinião, quais as causas de tamanha guinada?
Sem a esperança cristã, a vida humana é uma piada trágica num contexto de total absurdo cósmico. Para mim, é um enigma como pessoas conseguem viver sem aguardar “novos céus e nova terra”. Quando a Igreja deixa de falar sobre o céu, priva o homem daquilo que dá sentido às suas ações na terra. O que está ocorrendo é que, com a perda do monopólio da verdade teo¬lógica por parte de uma única organização eclesiástica devido à Reforma Protestante, as igrejas passaram, com o decorrer do tempo, a ter sua vida regida por leis análogas às que regem o mercado. Todos estão procurando tornar seu produto mais atraente para atrair o consumidor. O que ocorre? Promessas que Deus nunca fez são feitas. Há mais preocupação com o reino da terra do que com o Reino do céu. Sempre que isso acontece, os seres humanos acabam não tendo nem uma coisa nem outra. A teologia da prosperidade quebrou o padrão protestante de produção de riqueza para a glória de Deus mediante trabalho duro. Hoje, pastores que enriquecem pregam para pessoas que fazem parte dos estratos sociais mais pobres da sociedade brasileira.

Vocês encontram dificuldades para mobilizar as igrejas?
As tentativas de procurar ajuda nas igrejas foram feitas das mais diferentes formas. Nem sempre, lamentavelmente, pudemos contar com o apoio dos evangélicos aos quais expusemos o problema da violência urbana no Brasil. Se o Rio de Paz já tivesse alcançado o alvo de mobilizar a igrejas visando à resistência contínua e pacífica aos homicídios no Brasil, milhares de vidas já teriam sido salvas – inclusive a de irmãos nossos na fé. Sei de pastores que perderam a vida da forma mais banal e cruel. Por que não temos uma multidão de evangélicos nas ruas, protestando juntamente conosco?

E qual é a resposta?
Primeiro, porque a nossa liderança não dá a sua glória a outrem. Não tem o mínimo interesse de promover alguém enquanto faz o papel de coadjuvante. Não há o espírito da Trindade, onde uma pessoa serve a outra e a exalta. Segundo, por causa da teologia que exerce domínio majoritário sobre as mentes no Brasil. É uma teologia que não dá esperança de transformação social nem tem senso de graça comum. Essa teologia é capaz de enfatizar o aspecto privado da ética cristã, mas não a sua dimensão pública. É boa para fazer o jovem se preocupar com masturbação, mas péssima para levá-lo a se preocupar com justiça social. Vivemos uma espiritualidade que se preocupa com a igreja, mas não se preocupa com o país. E, em terceiro lugar, falta amor mesmo. Estamos dentro dessa atmosfera de indiferença tão presente na nossa sociedade. Contudo, em momentos de fundamental importância, pude contar com a ajuda de crentes de outras denominações, inclusive pastores, que abriram as portas de suas igrejas para o movimento, passaram madrugadas em claro conosco e constantemente têm nos encorajado.

O que há de falácia e de fato quando se atribui a violência ao agravamento da crise social?
Estudos mostram que nem sempre a pobreza está ligada à violência. Há casos no Brasil de regiões onde as localidades mais pobres não são as mais violentas. O que vai determinar a violência é a ausência do Estado, tanto no que tange às políticas públicas quanto no que se refere ao poder de polícia, especialmente em áreas onde ocorre a dinâmica do narcotráfico associada à corrupção policial. Mas quem pode usar a miséria para justificar um traficante que arrancou os seios da namorada e a degolou em seguida? Nesse ponto, o cristianismo ajuda um bocado, pois somente ele nos dá uma base intelectual para enfatizarmos tanto a responsabilidade humana quanto a responsabilidade do Estado.

Mas a opinião pública já parece meio cansada de ouvir falar em defesa dos direitos humanos dos bandidos…
É, mas ser defensor dos direitos humanos implica ser também defensor dos direitos de quem praticou o crime. Nossa Constituição não prescreve para o apenado campo de concentração, que é o caso do sistema prisional brasileiro. A lei não autoriza ninguém a executar quando se pode prender. Isso, contudo, não significa ter uma relação romântica com marginais, ou dizer que miséria justifica a hediondez e que o Estado não deve exercer seu poder de coerção.

Nas vezes em que o Estado fez isso de maneira mais ostensiva, os resultados não foram dos melhores. A ação de forças militares federais na segurança do Rio já foi tentada algumas vezes – e só se conseguiu um efeito momentâneo. O senhor acha que o Exército na rua seria uma solução para a violência?
É claro que a solução do problema da violência envolve medidas de médio e longo prazo. Penso, no entanto, que alguma coisa precisa ser feita a curto prazo, se é que queremos salvar 10 mil vidas por ano – esse é o número total de mortes violentas se somarmos ocorrências como encontro de cadáveres, pessoas desaparecidas que na verdade estão mortas, homicídios dolosos e latrocínios e execuções praticadas pela polícia. Salvar toda essa gente num contexto de falta de policiamento ostensivo à altura da necessidade, do uso de armas de guerra por parte de narcotraficantes e diante do domínio territorial armado por parte do crime organizado, demanda, na minha opinião, uma ação análoga à que o Exército brasileiro levou a cabo no Haiti.

E o que dizer do papel das classes média e alta na perpetuação do panorama de violência na cidade, sobretudo na questão do mercado de entorpecentes?
Estas são as maiores responsáveis por toda essa tragédia social. Apesar de toda informação que possuem, esses estratos sociais não agem, esperando um parente ser assassinado para abrir uma ONG. Os mesmos que consomem cocaína são os que querem a morte daqueles que são sustentados e compram armas com o dinheiro desses milhares de consumidores.

Como cidadão carioca, como o senhor se sente diante da dilapidação do tecido social no Rio?
Triste e irado. Sofro porque amo o lugar onde nasci. Minha geração já foi marcada para sempre. Fora o cerceamento da nossa liberdade, sofremos hoje com os nossos filhos na rua. Os fins de semana dos cariocas da minha geração se transformaram em sessões de monitoramente de filhos através de telefone celular, até eles chegarem em casa.

É puro preconceito dizer que a imigração, sobretudo oriunda do Nordeste e das periferias, foi uma das responsáveis pelo agravamento da crise social nas grandes cidades brasileiras?
No caso do Rio de Janeiro, sim. O problema não é a pessoa vir do Nordeste, ou de outro lugar, mas o fato de ela chegar a uma metrópole desumana, impessoal, incapaz de oferecer condições dignas de vida para o imigrante pobre. E tudo isso ocorre sob o olhar de uma classe política que, movida por fins eleitoreiros, permite a utilização ilegal de espaços públicos, que acabam se transformando em favelas.

Quais serão as próximas ações do movimento Rio de Paz?
Agora em 2009 investiremos pesado no lobby do bem, visando à diminuição da letalidade no Brasil. Estamos com planos de realizar atos públicos em Brasília e no Rio de Janeiro. Se não houver resposta das nossas autoridades públicas, vamos para Nova Iorque protestar em frente ao prédio da ONU. Continuaremos a prestar ajuda, tanto jurídica quanto psicológica, aos parentes de vítimas da violência. Esperamos, até o fim do ano, entregar nas mãos do presidente Lula o nosso Manifesto pela Redução dos Homicídios no Brasil com o respaldo de um milhão de assinaturas. O conteúdo desse manifesto encontra-se no site do Rio de Paz.

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Dúvida

maio 27, 2009 by admin  
Filed under Cinema

610xTodo ano, passada a festa do Oscar, sempre sobram uns filmes que por um motivo ou outro não fazem muito sucesso junto ao publico, mas que quando são lançados em DVD terminam virando “cult movies”. Eu, particularmente fico sempre de olho nesse tipo de filme, porque na maioria das vezes são bem melhores até do que os grandes vencedores de prêmios.

O filme “Duvida” com Meryll Streep e Phillip Seymour Hoffman, certamente é um desses, e não foge à regra, sendo na minha opinião, um dos melhores do ano. Só o elenco já seria suficiente para justificar o aluguel do DVD. Meryl Streep a recordista absoluta de indicações ao Oscar, dispensa apresentações e em geral sempre escolhe bons filmes (Bem, o péssimo “Mama Mia”com certeza é uma exceção à regra… ); e Phillip Seymour Hoffman já conquistou respeito de publico e crítica suficiente para também funcionar como selo de qualidade em qualquer produção em que esteja envolvido.

Mas “Dúvida”vai além das interpretações brilhantes do elenco e nos brinda com um roteiro inteligente e perturbador, coisa rara no cinema Americano. Como é bom não ser tratado como idiota, só pra variar um pouquinho…

A trama se passa em 1964, no bairro novaiorquino do Bronx, mais especificamente em uma conceituada escola católica. Meryl Streep encarna uma freira que é a diretora carrasca e intolerante, pesadelo de todos os meninos da escola. Hoffman é o padre “gente boa” que faz o contraponto com a megera da diretora e está sempre pronto para estender uma mão amiga para os alunos. Contudo, certo dia surge uma denúncia de pedofilia contra o padre bonachão e a diretora passa a empreender uma verdadeira cruzada investigativa para descobrir se o padre é mesmo culpado.

O filme ,ao contrário da maioria dos outros de seu gênero, não apresenta personagens de forma caricata e maniqueísta e em momento algum descamba para o suspense psicológico barato. Todos os personagens são desenvolvidos com profundidade e interpretados com sutileza e brilhantismo. Particularmente notável está a jovem atriz Amy Adams, mais conhecida por seu papel em “Junebug”que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de atriz coadjuvante. Mais uma vez, Amy está excelente, emprestando veracidade e profundidade ao seu personagem, especialmente nos diálogos com Streep e Hoffman. Amy não fica nada à desejar diante de dois gigantes do cinema; que potencial tem essa atriz que não passa de uma “franguinha”!

O filme se desenvolve através dos diálogos e mesmo sem ter nenhuma cena de ação ou revelação fantástica, prende a atenção até o final. O veredito fica por conta do expectador que vai ter que analisar todas as informações para tirar suas próprias conclusões. O diálogo mais impressionante de todos, se dá entre Meryl Streep e Viola Davis, que interpreta a mãe do aluno envolvido no suposto abuso; Viola, participa de apenas uma cena, mas adiciona tanta dramaticidade ao filme que foi indicada ao Oscar de Atriz coadjuvante mesmo assim.

Mais que isso, o filme nos faz refletir sobre um tema seríssimo, a pedofilia, que foi negligenciado pelo vaticano por muitos anos e até mesmo “Varrido pra debaixo do tapete”, ao invés de combatido e tratado com a devida importância. Nós evangélicos precisamos ficar de olhos abertos para que nunca algo assim venha a acontecer em nossas igrejas e escolas. Mas se acontecer, que seja tratado com transparência e seriedade, cortando o mal pela raiz sem medo de reações populares ou escândalos.

Mel Gibson e roteirista de “A Paixão de Cristo” finalmente entram em acordo sobre filme

maio 25, 2009 by admin  
Filed under Cinema

paixaaocO ator e diretor Mel Gibson e o roteirista Benedict Fitzgerald entraram em acordo em relação ao filme “A Paixão de Cristo” (2004).

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Documentos judiciais mostram que já houve um acordo, mas o advogado de Gibson afirmou que um registro oficial ainda está sendo formalizado. O documento vai pedir que uma sessão agendada para o dia 3 de junho seja cancelada.

Fitzgerald processou Gibson e diversas outras companhias de cinema em fevereiro de 2008, alegando que ele recebeu pouco por seu trabalho. A ação original movida pelo roteirista pedia ao menos US$ 10 milhões (R$ 20,7 milhões).

Detalhes do acordo não foram revelados.

Fonte: Folha Online

Famílias cristãs são impedidas de receber água

maio 20, 2009 by admin  
Filed under Notícias

id1153_09518MÉXICO – Quatro famílias cristãs tiveram o fornecimento de água cortado para suas casas desde o dia 14 de outubro de 2008, por causa da intolerância religiosa. Todas as famílias da comunidade de Pets-toj, município de Zinacantan, dividiram os custos para trazer a tubulação de água até a região em que vivem e também para cada uma das casas. A distribuição da água para as famílias cristãs foi cortada, porque elas não cooperam e participam mais das celebrações tradicionais católicas.

Mesmo havendo atualmente duas autoridades locais responsáveis pela fiscalização da intolerância religiosa, nenhum progresso foi alcançado. Os dois representantes do governo, Mariano Alberto Hernandez Perez, fiscal do município, e Andrés López Hernández, representante do governo municipal, não se dispuseram a solucionar quaisquer disputas, porque concordam que as famílias deveriam pagar pelas tradicionais celebrações católicas.

Além disso, a comunidade fica muito distante da principal cidade do município e mais distante ainda da capital do estado de Chiapas. A própria capital enviou ordens de que o conflito fosse solucionado, mas não foi dado nenhum passo em direção de uma solução efetiva.

A comunidade de Pets-toj está dividida em duas áreas. A área onde as famílias cristãs vivem acomoda cerca de 600 pessoas. Elas compartilham a água que é fornecida por meio de uma tubulação que liga a comunidade e o rio mais próximo, que está a 7 km de distância. A água é gratuita, porque todos cooperaram para comprar os materiais e a mão-de-obra necessária para a instalação. A construção foi muito simples, porque a água percorre montanha abaixo e chega ao local, tudo pela própria gravidade. Quando essas quatro famílias decidiram não participar do feriado católico tradicional e não pagar as taxas de participação, a distribuição de água potável para elas foi cortada.

Por enquanto, a única opção é buscar a água fazendo um percurso de uma hora e meia a pé e voltar carregando baldes cheios de água até as casas. Esse trabalho é feito por mulheres e crianças. Uma possível solução para essas famílias seria comprar e instalar o próprio sistema de tubulação para distribuir a água que vem do rio diretamente para suas casas. A autoridade local e os líderes católicos disseram que respeitariam a propriedade exclusiva da tubulação e não a danificariam. A Portas Abertas se dispôs a levantar os recursos para patrocinar esse projeto.

Entretanto, ainda que essa possível solução se concretize, os evangélicos acreditam que os católicos irão de alguma maneira persegui-los. Enquanto isso, a Portas Abertas contratou alguns caminhões pipa para depositar uma grande quantidade de água dentro de grandes caixas d’água que ficam dentro das casas. Nós também realizamos o seminário Permanecendo Firmes Através da Tempestade com os cristãos da região em uma tentativa de fortalecê-los para que perseverem na fé.

Fonte: Portas Abertas

Ateus já são 13% da população paulista, diz pesquisa

maio 15, 2009 by admin  
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ateu23Paulistas sem religião somam 13% da população do estado. Igreja Católica tem o maior número de fiéis com 55% do total.

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Você é uma pessoa religiosa? Se essa pergunta fosse feita há alguns anos com certeza a resposta teria mais respostas positivas. Hoje, a situação é um pouco diferente. A religião continua presente na vida do brasileiro, só que em menor escala que antes.

Uma pesquisa realizada pela empresa Limite Consultoria e Pesquisas de Marketing revela que 13% da população paulista não tem religião. A pesquisa ouviu 801 pessoas entre os dias 1º e 12 de dezembro de 2008 em todo o Estado de São Paulo. A margem de erro é de 3,5% dentro de um intervalo de confiança de 95%.

Segundo a pesquisa, mesmo com queda acentuada registrada nos últimos anos, a religião católica possui o maior número de fiéis com 55% da população. Os evangélicos, que têm registrado franca elevação, estão em segundo lugar com 24% dos fiéis. As outras religiões somadas representam 8% dos paulistas.

A pesquisa aponta ainda que evangélicos têm igual número de fiéis entre a população mais velha e a mais jovem. Isso pode significar um aumento do número de seguidores nos próximos anos. Já os católicos têm maior representatividade entre a população adulta e mais velha.

A pesquisa aponta que o percentual de jovens que se declararam sem religião é de 20%, enquanto entre os mais velhos esse índice é de 8%. Essa, segundo a pesquisa, é a chamada idade mídia, quando o acesso às informações tornou-se mais fácil e amplo. Nesse contexto, as religiões são muitas vezes questionadas e postas em cheque, o que causa afastamento dos jovens.

O padre Adalton Demarchi, da paróquia Nossa Senhora Aparecida, disse que percebe, sim, o distanciamento do jovem da religião, fato ocorrido em todos os credos. Ele comenta que o jovem tem tendência a se afastar da prática religiosa por vários motivos, entre eles a sua postura de vivência que prima a liberdade em detrimento de um certo rigor de valores exigido pela igreja.

Padre Adalton comenta que a participação juvenil na vida religiosa é diferente de paróquia para paróquia, mas muitas têm registrado queda. Segundo ele, em sua paróquia, essa realidade não é tão marcante. A participação juvenil é grande em todas as atividades realizadas pela igreja, fato percebido no teatro realizado na Paixão de Cristo, nas festas, além de forte presença nos cargos de coordenação.

Ele avalia que uma forma de despertar o interesse dos jovens para a religião seria utilizar uma linguagem mais acessível e elaborar uma proposta na qual o jovem possa se sentir valorizado dentro da religião. Porém, padre Adalton alerta que é preciso tomar cuidado para que esse desejo de atrair o jovem não caia no sentimentalismo.
Esse sentimentalismo seria uma forma superficial de fé, mais ligada ao sentimento emocional. “Os jovens são trazidos para a igreja em momentos de dor, infortúnio ou infelicidade, e depois vão embora quando o problema é superado”, comenta. “É preciso ter cuidado para que a religião não seja usada como um mecanismo de fuga ou alienação do mundo”, finaliza.

Já as mulheres são mais religiosas que os homens. De acordo com a pesquisa, entre as mulheres entrevistadas, 90% declararam possuir alguma religião contra 83% dos homens. O estudo aponta ainda que a religião católica está mais presente entre os homens, enquanto que entre as mulheres predominam as religiões evangélicas e outros credos.

Fonte: JC

Exemplo de Arimatéia

abril 20, 2009 by admin  
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250px-pietro_perugino_012Semana passada tive a oportunidade de levar um grupo de pastores para assistir a encenação do espetáculo da Paixão de Cristo em Nova Jerusalém no município Brejo da Madre de Deus/PE. A missão só foi possível graças à visão da Sociedade Teatral Fazenda Nova que valorizou a importância da liderança segmentada.

Foi uma apresentação para convidados, autoridades e jornalistas. Estavam presentes o governador de Pernambuco, vários secretários do Estado, prefeitos, deputados, vereadores…

Em meio ao desfile de tantos políticos importantes, lá estavam os “anônimos” pastores. Homens sábios que poderiam ser muito mais ouvidos pelo poder público.

No espetáculo uma cena me chamou atenção. Foi na reunião do Sinédrio (o mais alto tribunal dos judeus), aquela onde os sacerdotes, anciãos e escribas tentavam encontrar algum testemunho falho em Jesus para condená-lo a morte. No relato teatral, José de Arimatéia defende Jesus.

A Bíblia revela que José de Arimatéia era um ilustre membro do Sinédrio e foi ele que dirigiu-se a Pilatos pedindo o corpo de Jesus para sepultar (Marcos 15: 43 a 45). Ainda sobre José de Arimatéia encontramos que ele era discípulo de Jesus (Mateus 27:57).

O exemplo me deixa tranquilo para assegurar que não existe incoerência em ser influente no meio político e ser temente a Deus. É perfeitamente possível exercer atividade política e seguir a Jesus.

No espetáculo, uma pequena “onda de gente” se deslocava de um cenário para o outro. Em uma dessas movimentações tive a oportunidade de falar com alguns políticos.

Minha oração é que eles sejam “José de Arimatéia” nessa geração. Homens tementes a Deus e seguidores de Cristo. Gestores públicos sejam humildes e estejam atentos para ouvir a voz dos púlpitos.

“Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito” (Provérbios 15:22).

Que a Paixão de Cristo tenha feito os políticos enxergarem o exemplo de Arimatéia.

Novo desenho animado do Smilingüido ganha Hot Site

abril 14, 2009 by admin  
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smillA Editora Luz e Vida lança o Hot Site do DVD “Histórias de Formiga 2”, novo filme da Turma do Smilingüido. Além de disponibilizar a sinopse do filme e o trailer do lançamento, o endereço eletrônico ainda fala sobre a importância das legendas em libras (linguagem para surdos e mudos).

O desenho animado é composto por um DVD duplo, desenvolvido totalmente no Brasil, com exclusiva legenda em libras, para crianças de todas as idades. São 55 minutos de vídeo em cinco histórias (A revolta dos operários, Dia de Chuva, Que sufoco, Salvando a pele e Sozinho Nunca), animadas com o Smilingüido e sua turma, personagens de bastante sucesso no segmento. O filme é dirigido por Jaqueline Volgel Firzlaff. Para conhecer o Hot Site, acesse www.smilinguido.com.br/dvd.

A Editora

A Editora Luz e Vida é uma instituição sem fins lucrativos que há 54 anos reinveste seus lucros em novos projetos sociais e espirituais. Parte de seu faturamento mensal é destinada a doações para manutenção de instituições vinculadas à AICD (Associação das Igrejas de Cristianismo Decidido) e outras entidades assistenciais como CERVIN, ACRIDAS, CRAVI, Lar Batista Esperança, Seminário Rogate e projetos missionários parceiros. ONGs, bibliotecas, escolas e projetos públicos de educação e entretenimento infantil são permanentemente beneficiados com doações de produtos da editora, assim como igrejas e projetos missionários voltados ao atendimento de populações carentes do Brasil e do exterior.

A Editora comercializa seus produtos em mais de 20 países. Só a formiguinha Smilinguido está presente em mais de 700 produtos, que são exportados para países como Nova Zelândia, Japão, Estados Unidos, Costa Rica, México, Chile, Porto Rico, Argentina, Uruguai, Holanda e dezenas de outros. No Brasil, são 5 mil pontos de venda.

Fonte: Considera Comunicação

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